Mudanças principais
Variantes detalhadas pendentes.
3 variantes · valores destacados em verde = melhor da família
| Métrica | AS350 B2 1989–2017 | AS350 B3 1992–2014 | H125 (AS350 B3e) 2005+ · em produção |
|---|---|---|---|
| ICAO | AS50 | AS50 | AS50 |
| Range (NM) | 357 | 357 | 357 |
| MTOW (kg) | 2.250 | 2.250 | 2.250 |
| Cruzeiro (kt) | 135 | 140 | 140 |
| Teto (ft) | 15.100 |
Variantes detalhadas pendentes.
Em 14 de maio de 2005, o piloto de testes da Eurocopter Didier Delsalle aterrissou um AS350 B3 modificado no cume exato do Monte Everest a 8.848 metros (29.029 ft) — primeira vez na história que um helicóptero pousou no ponto mais alto da Terra. Recorde homologado pela FAI (Fédération Aéronautique Internationale) e nunca superado. O voo provou capacidade de hot/high do Arriel 2B em condições limítrofes (ar rarefeito, vento forte, temperatura -35°C). Aircraft B3 modificado com peso reduzido e equipamentos especiais.
O AS350 B3 evoluiu para AS350 B3e em 2011 — adicionou MTOW aumentado para 2.370 kg, VEMD melhorado, cabine 7 PAX opcional e Arriel 2D (mesma família 2B mas otimizado). Em 2014, com a unificação da marca Airbus Helicopters (ex-Eurocopter), o AS350 B3e foi rebranded como H125. Modelo continua em produção em 2024 com 5.000+ unidades cumulativas (toda família AS350) — bestseller absoluto Airbus civil.
Estimativa preliminar — refinar com dados RAB-ANAC.
AS350 B3 (variante anterior do H125, 1992-2010) — frota BR significativa antes da migração pro H125. Estimativa 100-150 unidades operacionais, principalmente importadas Airbus France pre-2010. Concentração igual ao H125 (SP, RJ, MG, AM, agropecuário).
Motor Arriel 2B1, FADEC variant. Diferença vs H125 (B3e): aviônica + alguns refinamentos de cabine. Mercado pre-owned: US$ 1.5-2.5M. Operadores BR mantêm a frota AS350 B3 em paralelo ao H125 enquanto fazem upgrade gradual.
Análise completa: lista, reservas de marca, gráficos e change log no Monitor ANAC.
O AS350 B3 tem hover ceiling out-of-ground-effect de 11.880 ft com MTOW 2.250 kg — performance hot/high superior a qualquer concorrente single-turbine da categoria (Bell 407, R66, Bell 206). Operadores em mineração no Andes (Chile, Peru, Bolívia), regate alpino (Suíça, França, Itália), Heli-Ski (Canadá, Alaska) e operações em altitudes brasileiras (Brasília, BH, Goiás) escolhem B3 pela margem de segurança hot/high. Único single-turbine que opera com tranquilidade em DAs >9.000 ft.
O Arriel 2B do B3 entrega 847 shp vs. 732 shp do Arriel 1D1 do B2 — diferença de 15% que se traduz em melhor performance, payload e altitude. FADEC (Full Authority Digital Engine Control) substitui controle manual, simplificando operação em altitudes/temperaturas extremas. TBO de 4.000 horas (vs. 3.500 do Arriel 1) reduz custo direto operacional. Motor mais 'easy on pilot' em hover preciso e takeoff em pistas curtas/elevadas.
Como todo AS350, o B3 é certificado VFR single-engine — fora dos requisitos Petrobras para offshore (que exige twin-engine IFR-CAT A). Mercado offshore brasileiro padronizou em AW139, S-76 e H225 desde 2010. AS350 B3 fica em utility onshore, mineração, EMS, polícia, ENG, executivo. Limitação técnica é única do single-engine — não impede operações onshore comerciais relevantes.
Fontes: NTSB, CENIPA, Aviation Safety Network
Voo turístico panorâmico. Perda de controle em manobra próxima ao morro; impacto na encosta. CENIPA investigando hipóteses de microburst e settling-with-power.
Relatório oficial ↗Falha de motor em rota Campinas-São Paulo após 20 min de voo. Manutenção precária: compressor do motor não trocado desde 1988, peças vencidas, óleo não substituído há 3 anos. Pouso de emergência colidiu com caminhão no Rodoanel.
Relatório oficial ↗| 15.100 |
| 15.100 |
| Decolagem (ft) | — | — | — |
| Assentos máx | 6 | 6 | 6 |
| Cabine (L×W×H m) | — | — | — |
| Preço novo (USD) | US$ 1.8M | US$ 2.5M | US$ 3.5M |
AS50Specs detalhadas pendentes
Variantes detalhadas pendentes.
AS350 B3 dominou o segmento Heli-Ski mundial — operadores como CMH Heli-Skiing (British Columbia, Canada), Last Frontier (Alaska) e Heli-Ski Iceland operam frotas exclusivamente B3 em DAs até 12.000 ft. No Brasil, mineradoras Vale, Anglo American e CSN usam B3/H125 para inspeção de barragens, transporte de geólogos para minas remotas no Pará/MG/MT e suporte logístico em projetos isolados. Capacidade hot/high é decisiva.
FALHA DO MOTOR EM VOO
COM ROTOR
PERDA DE CONTROLE NO SOLO
PERDA DE CONTROLE EM VOO