Mudanças principais
Variantes detalhadas pendentes.
Variantes detalhadas pendentes.
A Hawker Beechcraft anunciou o King Air 250 no NBAA 2010 e iniciou entregas em 2011 como sucessor do B200GT (super King Air). O salto para 250 foi marcado pela adoção de winglets de fábrica e hélices compostas de 4 pás Hartzell, que entregaram 5kt extras de cruise speed e rate of climb 14% melhor. Em 2018 o último 250 EP saiu de linha com a transição para o King Air 260.
Estimativa preliminar — predecessor 260.
King Air 250 (Beechcraft 250, 2011-2020) era o B200 modernizado precedendo o 260. Frota BR estimada 15-25 unidades operacionais, perfil similar ao 260. Mercado pre-owned: US$ 4-6M (2011-2020). Operadores BR migram pro 260 quando disponível pelos pacotes de aviônica.
Análise completa: lista, reservas de marca, gráficos e change log no Monitor ANAC.
Nas séries posteriores (a partir de 2015), o King Air 250 EP recebeu o Rockwell Collins Pro Line Fusion com 3 displays touch screen de 14 polegadas, synthetic vision e graphical flight planning. Foi um salto geracional sobre o Pro Line 21 e aproximou o cockpit ao de jatos midsize modernos, sem mudar o type rating BE-A90.
Com balanced field length de 2.111ft e gravel runway kit opcional, o King Air 250 opera em pistas inóspitas onde nenhum jato pousa — fazendas, garimpos, pistas de cascalho amazônicas. No Brasil esta capacidade é decisiva para missões agro/oil-and-gas em pistas privadas curtas e não pavimentadas.
O 250 herdou o mesmo type rating do B200/C90, permitindo que pilotos com tempo no B200 transicionem com differences training de poucas horas. Isso acelera contratação em operações que misturam B200 e 250 e mantém o pool de pilotos King Air maior do que o de qualquer outro turboélice executivo.
BE20Specs detalhadas pendentes
O King Air 250 nunca teve autothrottle como opção de fábrica, ao contrário do sucessor 360 que adotou o IS&S ThrustSense. Pilotos precisam ajustar potência manualmente em cada fase do voo, o que aumenta workload em descida com torque limit e em condições hot-and-high. É uma das principais razões da migração para o 360 em frotas premium.
Entre 2011 e 2018, a Beechcraft entregou mais de 400 unidades do King Air 250 mundialmente, ultrapassando concorrentes diretos como Piaggio P.180 Avanti e mantendo a posição da família King Air como referência absoluta no segmento turboélice executivo medium. No mercado usado brasileiro, é uma das aeronaves twin turbo mais procuradas em fretamento RBAC-135.